terça-feira, 9 de novembro de 2010
Vendedora de Bancos
Costumes de Portugal - Vendedora de Bancos
Com a crise económica e o "banco roto", perdão, "a banca rota" previsível, imagens como esta do princípio do séc. XX, voltarão a ser actuais .
domingo, 26 de setembro de 2010
Gatofilia
Consequências imprevistas da repressão da pedofilia : Privados das suas presas "naturais", os pedófilos procuram substitutos nos pobres animaizinhos que se vêm alvo de um assédio impiedoso...
terça-feira, 21 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Evangelho segundo Christo
. Os filósofos têm-se limitado a interpretar o mundo. Agora trata-se de o transformar.
K. Marx
. Os revolucionários têm-se limitado a agitar o mundo. Agora trata-se de o embrulhar.
Christo
K. Marx
. Os revolucionários têm-se limitado a agitar o mundo. Agora trata-se de o embrulhar.
Christo
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Evangelho segundo Christo
Os filósofos tem-se limitado a interpretar o mundo. Agora há que o transformar.
Karl Marx
Os revolucionários tem-se limitado a agitar o mundo. Agora há que o embrulhar
Christo
Karl Marx
Os revolucionários tem-se limitado a agitar o mundo. Agora há que o embrulhar
Christo
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Na Galiza, mesmo na foz do rio Minho, eleva-se o monte de Santa Trega, no cume do qual se situa o castro que, devido à sua situação, parece ter tido uma função de controlo do tráfego marítimo e fluvial. No museu, situado no interior do castro podem-se ver muitas peças arqueológicas que foram sendo descobertas no local, fruto de escavações ao longo do tempo. Intrigado, é caso para o dizer, com o nome Trega, Tecla em Castelhano, chamara-me a atenção a relativa abundância de "trisquéis" presentes no museu. Investigando o termo termo "trisquel" na Wikipédia descobri que "triskelon", é um termo grego composto de tri+skelon, significando literalmente "3 pernas". Sabendo que se trata de um símbolo frequente na civilização celta a que pertence, aparentemente o castro, conjecturei se no nome invulgar Trega não estará incluído o número "três", correspondendo o nome "Santa Tegra" mais ou menos, mutatis mutandis ao cristão, Santíssima Trindade.
Os celtas eram indo-europeus, ou seja, cultores da "ideologia das 3 funções", ideologia que ainda sobrevive, no estado de fóssil cultural na Índia, sob a forma das castas (sacerdotes (bramanes), guerreiros e produtores). O número 3 sagrado, está presente sob as mais variadas formas. Na religião, por exemplo na forma da "trimurti", a trindade central no politeísmo hindu que compreende Brahma, Xiva e Vishnu. Mas se essas 3 faces ou formas da divindade aparecem em geral separadas, também aparecem, menos frequentemente, unidas em divindades que congregam em si as 3 formas.
Apesar de não ter outras provas, a não ser as que resultam de uma análise sumária do significante "Trega", agradar-me-ia pensar que este termo poderia estar relacionado com a trindade indo-europeia.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Augusto Agosto
Quando Agosto chega ao fim, debrucemo-nos sobre a origem do termo. Como é sabido "Agosto" vem de "Augustus" (sagrado), título atribuído ao imperador Octavius. O Senado atribuiu o título do imperador a um dos meses do ano, tal como antes atribuira o nome do seu antecessor (Julius) ao mês anterior.
O termo Julius -> Julho veio substituir a designação quintilis (quinto) enquanto que Augustus-> Agosto vem no lugar de Sextilis (sexto).
Se Julho era o quinto mês e Agosto o sexto, compreende-se a sequência dos meses seguintes : September, October, November e December (sétimo, oitavo, nono e décimo).
Esta nomenclatura só adquire coerência se se admitir que algures num passado mais ou menos remoto, o ano começava em Mars (mês de Marte, deus da guerra).
Numa cultura agrícola, regida pelos ciclos naturais, era lógico situar o início do ano na Primavera.
Só nessa altura tem sentido a saudação: "Ano novo, vida nova".
O termo Julius -> Julho veio substituir a designação quintilis (quinto) enquanto que Augustus-> Agosto vem no lugar de Sextilis (sexto).
Se Julho era o quinto mês e Agosto o sexto, compreende-se a sequência dos meses seguintes : September, October, November e December (sétimo, oitavo, nono e décimo).
Esta nomenclatura só adquire coerência se se admitir que algures num passado mais ou menos remoto, o ano começava em Mars (mês de Marte, deus da guerra).
Numa cultura agrícola, regida pelos ciclos naturais, era lógico situar o início do ano na Primavera.
Só nessa altura tem sentido a saudação: "Ano novo, vida nova".
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Isidro , dom de Isis
Quem viajava, no dia 29 de Agosto, entre Coimbra e a Figueira da Foz, terá ficado surpreendido pelo que à primeira vista poderia parecer uma "operação Stop". Ao temor que estas operações surpresa sempre despertam, sucedeu uma sensação de alívio que depressa se transformou em enfado quando se descobriu que a polícia interrompia o trânsito profano para dar prioridade ao sagrado sob a forma de uma procissão.
A irrupção súbita do sagrado, num tempo profano despertou o antropólogo que jaz adormecido em cada um de nós. Um cartaz felizmente colado no semáforo ajudou o inquieto viandante a satisfazer, em parte a sua curiosidade: Aparentemente, a procissão que desfilava com a lentidão própria do sagrado, no lugar de Meãs (termo proveniente de Mediana) inseria-se nas "Festas das Colheitas" dedicadas a S.Isidro.
Este nome teve o condão de despertar a paixão etimológica. A associação com Isidoro fez surgir a interrogação se o primeiro não derivaria do segundo. Uma pesquisa sumária confirmou esta hipótese. O termo original terá sido Isidoro (v. Isidoro de Sevilha autor das Etimologias), tendo dado Isidro por queda do "o".
Aproximando o nome Isidoro de outros nomes com idêntica terminação (doro/a) de origem grega, como Teodoro (dom de Deus), Heliodoro (dom do Sol), Pandora (dom de todos os deuses), fácil foi vislumbrar uma significação possível para esse nome: Isidoro : "dom de Isis"?
A irrupção súbita do sagrado, num tempo profano despertou o antropólogo que jaz adormecido em cada um de nós. Um cartaz felizmente colado no semáforo ajudou o inquieto viandante a satisfazer, em parte a sua curiosidade: Aparentemente, a procissão que desfilava com a lentidão própria do sagrado, no lugar de Meãs (termo proveniente de Mediana) inseria-se nas "Festas das Colheitas" dedicadas a S.Isidro.
Este nome teve o condão de despertar a paixão etimológica. A associação com Isidoro fez surgir a interrogação se o primeiro não derivaria do segundo. Uma pesquisa sumária confirmou esta hipótese. O termo original terá sido Isidoro (v. Isidoro de Sevilha autor das Etimologias), tendo dado Isidro por queda do "o".
Aproximando o nome Isidoro de outros nomes com idêntica terminação (doro/a) de origem grega, como Teodoro (dom de Deus), Heliodoro (dom do Sol), Pandora (dom de todos os deuses), fácil foi vislumbrar uma significação possível para esse nome: Isidoro : "dom de Isis"?
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